Oficina de História Oral agrada participantes
(Mayara Barbosa – 1º JO Mat)
A 28ª Semana da Comunicação (Secom) da Universidade de Taubaté disponibilizou, aos alunos e ao público em geral, nos dias 13 e 14 de agosto, uma série de atividades e palestras. Uma delas foi a Oficina de História Oral, oferecida pela professora Suzana Ribeiro, do Núcleo de Estudos de História Oral da Universidade de São Paulo (USP).
Logo no início do curso, a professora realizou uma dinâmica, para acabar com o clima de timidez e distanciamento dos participantes com o tema, na qual cada um contou um pouco sobre a história do seu nome e sobrenome. Durante toda a oficina foi discutida a estreita relação entre a história e as várias áreas da Comunicação e a necessidade de se buscar uma nova forma de se comunicar, diferente da maneira tradicional e distante passando para um método que aproxime as pessoas. “Toda pessoa que utiliza a Comunicação na sua área pode utilizar a História Oral, gerando um conhecimento diferente, mais íntimo e mais próximo”, explicou Suzana.
O curso também focou a necessidade que um profissional, principalmente o comunicólogo, tem de entender o mundo atual, pois trabalha constantemente com assuntos contemporâneos e com a história para relatar e interpretar os fatos. No caso do Jornalismo, a relação com a o tema é ainda mais forte. “Vim participar da oficina porque o Jornalismo lida com a vida das pessoas e para retirar a informação das fontes você depende da memória delas e do seu conhecimento das suas histórias de vida”, salientou a jornalista Ana Paula Abreu, ex-aluna da Unitau e participante do curso.
A coordenadora de comunicação do Sesc de Taubaté que trouxe o curso para a Secom, Consuelo Carvalho, enfatizou sua importância na Comunicação. “Quando eu fiz a oficina percebi e entendi a sua contribuição na hora de se conversar com as pessoas e na produção de grandes reportagens, já que, também sou jornalista”, ressaltou Consuelo.
Com o término da oficina, os participantes saíram satisfeitos e motivados a utilizarem na prática o que aprenderam. “A oficina foi além das minhas expectativas. Acho muito válido trazer a História Oral para o Jornalismo. Recomendo paro os alunos a oficina no ano que vem”, destacou Mariana May, aluna do 2º ano de Jornalismo.