Alunos expõem documentários na Secom
(Juliana Peloggia – 1º JO B)

A mostra de vídeo documentários produzidos durante a vídeo-oficina “Onde está a América Latina?”, oferecida aos alunos e técnicos, que aconteceu em julho no Sesc de Taubaté foi exibida nesta terça-feira 12 de agosto na 28ª Semana de Comunicação (Secom).
Os vídeos foram produzidos durante 15 dias e as gravações aconteceram durante uma semana, em horários muito diversificados. “O curso teve a participação de 36 alunos, que foram divididos em três grupos para a execução dos documentários. Cada grupo foi supervisionado por um coordenador: Cristian Cancino, Pedro Dantas ou Fernando Marron”, explica Milton Nilo, coordenador do Sesc. Os temas apresentados foram “Tem dias que a noite é”, “Doador” e “De volta às origens”, que tiveram como assunto central as profissões noturnas, os companheiros da alegria e a morte, respectivamente. A estudante de Jornalismo, Estela Zuin, participou da produção do documentário “Doador”. “Eu aprendi sobre técnica, como filmar e a trabalhar em grupo”, disse a aluna. Estela admite que a maior dificuldade foi um grupo grande, pois eram 12 pessoas trabalhando para a montagem de um documentário, as idéias divergiam muito. “A primeira dificuldade foi encontrar um tema central, a segunda foi de reunir o grupo todo para a filmagem do documentário.”
“O curso de vídeo oficina foi um pedido do setor de comunicação do Sesc para a Secom”, esclarece Milton. O Sesc e a Unitau firmaram parceria para a 27ª edição da Secom no ano passado. “Essa parceria consiste em participação financeira nos eventos, fornecimento de cursos, como o de História Oral, que está tendo na Secom, e outros”, complementa o professor Maurílio do Prado Láua, coordenador do curso de Jornalismo da Unitau.
Larissa Detoni é estudante de Jornalismo e assistiu a mostra dos documentários. “Foi uma maneira de mostrar a todos o talento que os alunos de Comunicação têm.” A estudante de Fisioterapia, Juliana Carneiro, participou do documentário “Doador” e faz parte do grupo “Companheiros da alegria” há três anos. “Foi muito bom fazer o documentário, eles foram super legais, a gravação foi espontânea e divertida, até saiu uma amizade de lá”, garante Juliana.